sábado, 21 de janeiro de 2017

ANTROPOLOGIA DA EDUCAÇÃO - UESSBA



Meu nome é Bianelys, moro em Petrolina – PE. Estou cursando o 7º período do Curso de Extensão Universitária em Pedagogia. Resolvi postar este vídeo para tentar de alguma forma, ajudar a todos os alunos sejam eles de nível fundamental, médio e/ou superior. Foi apresentado no VII Seminário de Educação Pedagógica da Turma de Pedagogia C do Polo Rio Corrente, Petrolina-PE, no dia 28 de junho de 2015. 
UESSBA Unidade de Ensino Superior do Sertão da Bahia Faculdade do Sertão.



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Imagem do Dia: Maior Hotel do Mundo está a ser Construído em Meca

magens (adaptadas): via Dar Al-Handasah
Imagem do Dia: Maior Hotel do Mundo está a ser Construído em Meca

Com uns impressionantes 1.4 milhões de metros quadrados de área interior, o Abraj Kudai vai ser o maior hotel do mundo. A sua construção já arrancou na zona de Manafia, na cidade de Meca, na Arábia Saudita. O complexo hoteleiro será constituído por 12 torres, a maior das quais com 45 pisos e incluirá 10 mil quartos, 70 restaurantes e várias zonas de entretenimento e retalho. A torre central será encimada por uma das maiores cúpulas do mundo.


Imagem do Dia: Maior Hotel do Mundo está a ser Construído em Meca

Imagem do Dia: Maior Hotel do Mundo está a ser Construído em Meca
Fonte: (Engenhariacivil.com)



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Estado em alerta contra gripe aviária

Ministério da Agricultura pediu aos órgãos de defesa animal que aumentem a vigilância
Por ano, a cadeia avícola gera 150 mil empregos e movimenta R$ 3 bilhões
Por ano, a cadeia avícola gera 150 mil empregos e movimenta R$ 3 bilhões

Pernambuco está em alerta diante da possibilidade de entrada da Influenza Aviária (gripe aviária) no Brasil. A atenção acontece porque, nesta época do ano, as aves migratórias fogem do inverno da América do Norte, onde há registros de casos, para cá. Qualquer notificação do vírus pode representar um risco para atividade avícola do Estado, considerada a quinta e a oitava maior produtora de ovos e de frangos do País, respectivamente. No Nordeste, Pernambuco assume o topo do ranking. Por ano, a cadeia gera 150 mil empregos e impacta a economia local em R$ 3 bilhões. 

Em função do risco, o Ministério da Agricultura (Mapa) solicitou aos órgãos estaduais de defesa sanitária animal que aumentem a vigilância em estabelecimentos avícolas. Através de nota técnica, a pasta nacional detalhou as providências já adotadas para evitar casos da doença e alertou para a necessidade de ser feita vigilância epidemiológica em todos os sítios de aves migratórias reconhecidos pelo Departamento de Saúde Animal.

Atualmente, existem 20 sítios (locais) de monitoramento da entrada dessas aves no território brasileiro. Além de Pernambuco, estão localizados na Bahia, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.

A gerente-geral da Agência de Defesa e Fiscalização Agropecuária de Pernambuco (Adagro), Erivânia Camelo, explicou que, por aqui, os sítios estão localizados em Fernando de Noronha e na Coroa do Avião. “Elas chegaram em setembro e vão embora em maio. Para esse período, dispomos de equipes que trabalham com emergência sanitária e de médicos veterinários preparados para qualquer eventual incidente. Recentemente, fizemos uma captura na Coroa do Avião e nada foi identificado”, explicou, frisando que, até agora, não há relato de infecção no Brasil. 

“No entanto, estamos em alerta após casos recentes no Chile“, disse. A gripe aviária começou na Ásia e se espalhou pelo continente norte americano em 2015. Nos Estados Unidos, 60 milhões de aves foram sacrificadas após a chegada da doença. 

“Temos preocupação. Qual­quer incidência pode afetar o nosso plantel, que tem mais de 20 milhões de aves. Mas a avicultura local dispõe de biossegurança estruturada”, disse Erivânia. Agora, segundo ela, o trabalho está concentrado nos setores privado e público, que devem comunicar à Agência se o segmento apresentar altos índices de mortalidade.

Presidente da Associação Avícola em Pernambuco (Avipe), Edival Veras afirmou estar trabalhando em conjunto com a Associação Brasileira de Proteína Animal e com o Mapa. O Mapa informou também que a fiscalização será intensificada nos portos, aeroportos, postos de fronteira e aduanas.
(FolhaPE).


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Justiça condena acusados de importar tecidos contaminados para polo têxtil do Agreste

Materiais considerados nocivos à saúde seriam destinados à fabricação de roupas
Tecidos contaminados foram importados dos Estados Unidos
Tecidos contaminados foram importados dos Estados UnidosFoto: Hesíodo Goes/Arquivo Folha
A Justiça Federal em Pernambuco condenou dois acusados de importar e comercializar lençóis com material infectante e resíduos hospitalares para o polo de confecções no Agreste. Os materiais seriam utilizados em Santa Cruz do Capibaribe, Toritama e Caruaru. A decisão, divulgada nesta sexta-feira (20), foi publicada na última quarta-feira (18).

Segundo o Ministério Público Federal (MPF), Altair Teixeira de Moura importou, através da empresa N.A. Intimidade Ltda. e Império do Forro de Bolso Ltda. ME, tecidos considerados perigosos e nocivos à saúde humana e ao meio ambiente, que seriam destinados à fabricação de roupas nos municípios citados. Ainda de acordo com a denúncia, Cid Alcântara Ribeiro foi acusado de exportar os produtos, por meio da empresa Texport Inc., localizada nos Estados Unidos da América.

A investigação teve início com a apreensão feita pela Receita Federal, em setembro de 2011, no Porto de Suape, de uma carga suspeita de lençóis sujos com logotipos de hospitais dos Estados Unidos. Entre os itens encontrados na carga, havia lençóis e fronhas com manchas de fluidos orgânicos (como sangue e pus), além de materiais hospitalares usados, como cateteres, gazes, aventais, luvas, seringas, algodão e máscaras. O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (Ibama) atestou que a mercadoria “apresentava um forte odor característico de matéria orgânica em decomposição”.

Para o juiz titular da 35ª Vara Federal de Pernambuco, Rodrigo Vasconcelos Coelho de Araújo, os acusados tinham pleno conhecimento de que estavam importando lençóis com resíduos hospitalares, sendo ressaltado que um dos acusados presenciou a abertura dos fardos e afirmou aos empregados que tais produtos não trariam risco à saúde, pois estavam esterilizados.

Os réus foram condenados à pena de dois anos e quatro meses de reclusão, substituída por duas penas restritivas de direitos. Cabe recurso da sentença para o Tribunal Regional Federal da 5ª Região. Fonte: (FolhaPE).


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