segunda-feira, 20 de maio de 2013

Nacional: Polícia Federal reabre inscrições para concurso com 600 vagas



policia-federal
As inscrições para o concurso da Polícia Federal que oferece 600 vagas para os cargos de escrivão, delegado e perito criminal foram reabertas nesta sexta-feira (17). Do total, 34 vagas estão reservadas para candidatos com deficiência.
Os selecionados vão trabalhar nos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Rondônia, Roraima e unidades de fronteira. O concurso estava suspenso pelo Supremo Tribunal Federal (STF) desde julho de 2012 por não oferecer vagas aos candidatos com necessidades especiais.
A inscrição deve ser feita até as 23h59 de 3 de junho, observado o horário oficial de Brasília/DF. Os candidatos que já efetuaram a inscrição e que desejarem alterar a cidade de realização da prova ou a concorrência como candidato com deficiência deverão fazê-lo no mesmo período, pelo site do Cespe/UnB.
São 350 vagas para escrivão, sendo 18 reservadas para candidatos com deficiência. É necessário ter diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso superior em nível de graduação em qualquer área. O salário inicial é de R$ 7.514,33.  A taxa de inscrição é de R$ 125.
São 150 vagas para delegado, das quais 8 são reservadas para candidatos com deficiência. É preciso ter diploma de graduação em Direito e carteira nacional de habilitação de categoria, no mínimo, B. A remuneração é de R$ 14.037,11. A taxa de inscrição custa R$ 150. Já para perito criminal, há 100 vagas, sendo 8 reservadas a candidatos com deficiência. A remuneração é de R$ 14.037,11. A taxa de inscrição é de R$ 150.
Os candidatos a perito criminal devem ter diploma de conclusão de curso superior em ciências contábeis ou ciências econômicas; engenharia elétrica, engenharia eletrônica, engenharia de telecomunicações ou engenharia de redes de comunicação; ciências da computação, informática, análise de sistemas, engenharia da computação ou engenharia de redes de comunicação; engenharia agronômica; geologia; engenharia química, química industrial ou química; engenharia civil; biomedicina ou ciências biológicas; engenharia florestal; medicina; odontologia; farmácia e engenharia elétrica. Também é necessário ter carteira nacional de habilitação de categoria, no mínimo, B.
Etapas
A primeira etapa do concurso será composta de exame de habilidades e de conhecimentos (prova objetiva e prova discursiva), de exame de aptidão física, de exame médico, e de avaliação psicológica.
Haverá uma avaliação de títulos para perito criminal e delegado, enquanto que para escrivão terá também uma prova de digitação. Haverá ainda uma prova oral para delegado.
A prova objetiva e a prova discursiva serão aplicadas na data provável de 21 de julho, nos turnos da manhã e da tarde. As provas podem ser feitas em todas as capitais.
E a segunda etapa consistirá em um curso de formação profissional, que será realizado no Distrito Federal. As informações são do Correio 24 horas.
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Expectativa para a Grande Vaquejada de Petrolina



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banner da vaquejada
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Quem diria!: ACM Neto firme com Dilma em 2014



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Na política, o impossível pode acontecer, e geralmente acontece. Isso a julgar pelo que revela Ilimar Franco, na sua coluna do jornal O GLOBO  deste domingo:
Na direção do DEM, já há quem aposte que o prefeito de Salvador, ACM Neto, pode apoiar a reeleição da presidente Dilma. Antes, o partido avaliava que a boa relação com o governador da Bahia, Jaques Wagner, tinha natureza administrativa. Mas tudo mudou depois que três baianos do partido votaram com o governo na MP dos Portos”.
Já a  cúpula do PMDB — diz ainda o colunista — está convencida, depois de tudo o que ocorreu na votação da MP dos Portos, de que “o Palácio do Planalto entendeu que é necessário ampliar o diálogo com o Congresso e a base aliada”.

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Curiosidades pelo mundo: homem passa 6 anos achando ser uma galinha



menino galinha
Em um remoto vilarejo no interior de Fiji, o arquipélago composto por mais de 300 ilhas no Pacífico sul, um menino cresceu com as galinhas. Sujit Kumar perdeu os pais ainda criança. A mãe cometeu suicídio e o pai foi assassinado logo depois. Sem saber o que fazer com o menino, os avós colocaram o garoto no galinheiro, no andar debaixo da casa. Lá, ele viveu por seis anos.
O menino dormia no poleiro, se alimentava com as galinhas e aprendeu a andar e a se comunicar como os animais. Sujit Kumar nunca foi ensinado a falar, mas sabe cacarejar. Ele sacode a cabeça e cisca como os galináceos. Durante toda sua vida, pegou a comida com a boca em formato de bico ou as pontas dos dedos unidas, tentando imitar os bichos ao “bicar” os alimentos.
Sujik Kumar não tinha contato com o mundo exterior. Sua família e seus amigos eram as aves com quem conviveu até ser removido pelo poder público, aos 8 anos de idade. Era para ser a salvação do menino, mas a mudança se transformou em outro triste capítulo de sua história. No final dos anos 70, Fiji não tinha orfanato.
O menino dormia no poleiro, se alimentava com as galinhas e aprendeu a andar e a se comunicar como os animais. Sujit Kumar nunca foi ensinado a falar, mas sabe cacarejar. Ele sacode a cabeça e cisca como os galináceos. Sem chances de ser adotado por causa do seu comportamento, Sujit foi colocado em um asilo de idosos. Ele praticamente não havia visto gente durante a maior parte da vida; então, muitas vezes, se tornava agressivo. Por isso, ficou os 22 anos seguintes preso à cama, amarrado com lençóis. As cicatrizes ainda estão bem claras em volta de sua cintura. Sujit passou o final da infância, a adolescência e grande parte da vida adulta dentro do quarto. Era ali que comia e fazia suas necessidades.
No final de 2002, a visita de um grupo do Rotary Clube seria o começo de uma nova vida para o “garoto-galinha”, como ficou conhecido pela comunidade. Elizabeth Clayton fazia parte da comitiva que foi doar mesas de plástico para a instituição. A australiana era uma empresária de sucesso, que fez fortuna fabricando e exportando móveis em Fiji, para onde tinha se mudado há dez anos. Poucos meses antes do encontro com Sujit, ela ficou viúva. O marido Roger Buick morreu tentando escalar o monte Everest.
Elizabeth nunca esquece o primeiro momento em que viu o rapaz. “Ele estava tão debilitado e mal-tratado. Apanhou no rosto e tinha os dedos inchados, além dos dentes e o nariz quebrados. Quando o vi, eu não sabia se era uma criança ou um homem. Sua aparência era decrépita. A barba estava longa e as pessoas pensavam que ele era selvagem”, recorda. Naquele momento, ela tomou a decisão que mudaria também seu próprio destino. “Eu vi um brilho nos olhos dele. Não podia simplesmente virar minhas costas”, declarou.
As frequentes visitas ao asilo aumentaram o vínculo entre os dois, até que Elizabeth decidiu levar o garoto para morar com ela. Precisou de muito amor e paciência para superar a fase inicial. “Ele ‘bicava’ a parede e coisas assim. Sujit também não conseguia dormir na cama; então, se levantava e se empoleirava na cadeira, por exemplo”, conta.
Da mesma forma, o rapaz usaria o vaso sanitário. Algumas vezes, o comportamento era violento. “Ele me mordia, me arranhava e me empurrava. Meu maior sonho é que ele seja independente nos seus hábitos pessoais. Assim, conseguirá escovar seus dentes, ir sozinho ao banheiro e até se barbear. Meu maior sonho, na verdade, é que ele consiga falar”, diz.
Para se dedicar totalmente a Sujit, Elizabeth vendeu o negócio e viajou com o garoto para a Austrália, onde consultou diversos especialistas: fonoaudiólogos, patologistas, professores de educação especial, neurologistas. Sujit Kumar sofre de epilepsia.  “Por causa das crises, os familiares pensaram que era um espírito demoníaco e daí quiseram se livrar dele. Lá (em Fiji), as pessoas pensam que o espírito do mal é a causa dos problemas da família”, explica. “Ele era muito selvagem quando criança. Você não pode controlá-lo, porque ele tem problemas mentais, quero dizer, epilepsia. Ele não entende nada, não pode falar”, conta o primo Bob Kumar.
A dedicação de Elizabeth ao garoto recebeu críticas e enfrentou resistências. O irmão da australiana chegou a dizer que era uma “perda de tempo, porque Sujit é animalesco e não vai melhorar”. Já governo de Fiji tirou o rapaz da casa dela. “Eles não me deram nenhuma explicação. Fiquei devastada e chorei muito. Eles não perceberam a importância do nosso vínculo. Tinha que lutar por ele e acabei nos tribunais”, recorda. No dia do julgamento, Sujit correu para os braços dela e o juiz acabou concedendo a custódia.
A história da australiana ajuda a explicar tamanha devoção. Ela era casada, mas nunca viveu na mesma casa com o marido. Eles tinham um acordo em relação à filha. A mãe cuidaria da menina até os 12 anos de idade e Roger Buick assumiria a menina dos 12 aos 18 anos. Quando acabou o prazo, Elizabeth se mudou para Fiji.
“Ela era bem moderna para aquela época. Não lembro da minha mãe cozinhando, por exemplo. Essas atividades mundanas de cuidar de marido e crianças ou fazer uma refeição à mesa juntos definitivamente não faziam parte da mentalidade da minha mãe”, afirma a filha, Tiffany Wills. “Minha ida a Fiji tirou muito do meu tempo com Tiffany. Se eu me arrependo de uma coisa na vida, é não acompanhá-la durante sua adolescência”, lamenta a mãe.
Elizabeth também foi abusada quando pequena. “Acho que é por isso que ela tem um coração enorme para crianças vulneráveis”, analisa Tiffany. “Aquilo me fez mais corajosa. Não hesito em enfrentar os predadores de crianças. Essa é uma das razões pelas quais faço o que faço: alguma coisa boa deve vir de algo que não foi agradável para mim”, acrescenta.
Com cerca de 40 anos (já que ninguém tem certeza absoluta da verdadeira idade do rapaz), Sujit ainda não consegue falar, mas já se comunica através de gestos. Quando quer água, ele pega um copo; quando quer passear, ele pega a chave do carro. De vez em quando, Sujit ainda sacode a cabeça, cisca ou pega a comida com as pontas dos dedos, mas está aprendendo. Ele já caminha quase normalmente e circula entre as pessoas sem medo.
Elizabeth investiu o dinheiro da venda da empresa na criação de um lar para crianças. Hoje, a australiana recolhe meninas e meninos nas ruas de Fiji e vive com eles no local chamado “Happy House” (Casa Feliz). Sujik Kumar mora lá também. As informações são do Portal Terra.
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Jornalista Danilo Ribeiro se despede do Vale do São Francisco



danilo da tv grande rio
Nos próximos dias Petrolina e Juazeiro se despedem do jornalista Danilo Ribeiro. Atualmente, Danilo atuava como repórter da TV Grande Rio e comentarista esportivo da rádio Grande Rio FM. Natural de Morro do Chapéu–BA, ele chegou ao Vale do São Francisco em 2006 para cursar jornalismo na Universidade do Estado da Bahia (Uneb).
Durante esses sete anos trabalhou na Rádio Cidade, Transamérica, Rádio Juazeiro, Rádio Jornal e na Emissora Rural. Agora, nesta sexta-feira (24), Danilo deixa a região para ser repórter em Natal-RN, na afiliada à Rede Globo da capital, a Inter TV Cabugi.
O Blog Vinicius de Santana parabeniza Danilo Ribeiro pela brilhante atuação profissional em nossa região e deseja muito sucesso nessa nova jornada. Aqui vai o nosso “até breve” já que todos sabem que aquele que bebe da água do Rio São Francisco não deixa de voltar
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Dormentes: Caprishow 2013 foi sucesso de público e negócios



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Mais de 60 mil pessoas passaram pelo evento, mais de 1.500 vaqueiros e mais de R$2 milhões em negócios. Esses são os números da 8ª Edição da Caprishow, realizada pela Prefeitura de Dormentes no último final de semana.
A organização da festa superou os objetivos do prefeito Roniere Reis (PSB) que conseguiu o apoio total da população e dos criadores, mesmo em tempos de seca. Além da exitosa comercialização de ovinos e caprinos, vaqueiros, criadores, turistas e moradores da cidade participaram de toda a programação: a caminhada, missa do vaqueiro e os shows no pátio de eventos que garantiram o sucesso da Caprishow 2013.
A premiação dos animais foi um show a parte e mostrou a potencialidade dos caprinos e ovinos criados no município. Segundo a organização, o evento deste ano, do ponto de vista econômico, foi um dos melhores da história de Dormentes.
Para o prefeito Roniere Reis foi um momento ímpar em seu governo. “Mesmo vivendo a situação difícil da seca, deu para que todos os expositores pudessem faturar em cima da comercialização dos animais vendidos, sem falar na geração de renda e emprego que também superou a expectativa. Agora é se preparar para a Caprishow do próximo ano.”, comentou o socialista.
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Festa do Divino leva multidão para Cachoeira do Roberto



FESTA DO DIVINO DE CACHOEIRA DO ROBERTO - 2
O povoado de Cachoeira do Roberto no município de Afrânio PE: festejou com os munícipes e convidados o encerramento dos festejos do divino, padroeiro do povoado.
No sábado (18) após a missa, a multidão se concentrou na quadra poliesportiva do povoado e, curtiu com alegria os shows das bandas: Cavalo de Fogo e Raimundinho do Acordeon, que animou as pessoas presentes até as 05 h.
No domingo (19) além da missa e da procissão teve ainda show artístico com Neguinho dos Teclados no club do Valdo.
Foi criada a estrutura adequada para a realização dos shows e, a equipe da prefeitura deu todo suporte aos párocos e simpatizantes da festa do divino.
No sábado à noite, além da presença da prefeita Lúcia Mariano, quem também prestigiou o evento, foi o deputado estadual Adalberto Cavalcanti, o presidente da Câmara de Vereadores de Petrolina Osório Siqueira e o Vereador Júnior de Afrânio que também compareceram  para prestigiar a festa.
No domingo (19) a prefeita Lúcia, o vice Zé de Albertina e o deputado estadual Adalberto Cavalcanti, participaram da missa e da procissão juntamente com os devotos que não perdem um só ano a tradicional festa do divino de Cachoeira.
festa do divino - cachoeira do roberto

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